Distribuição oficial
Baixar o instalador do Iansã
Baixe o instalador do Iansã para Windows. A ativação é feita dentro do aplicativo, com a chave de licença que você recebe após a compra ou ao iniciar um período de avaliação gratuito.
Como funciona
- 1. Baixe o instalador IansaSetup.exe no botão abaixo.
- 2. Execute o instalador e siga as instruções.
- 3. Abra o Iansã e cole a sua chave de licença para ativar. Ainda não tem uma? Veja os planos (inclui teste gratuito).
Versão atual: 2.3.0 · publicada em 25/08/2026 · Windows 10/11 (64 bits)
O que há de novo na versão 2.3.0
- O texto sai pronto para apresentar ao órgão: a prosa de cada capítulo passou a dizer o que a ficha de dados diz — todo número e todo termo saem de uma linha identificável do mesmo documento —, e as ferramentas de cálculo passaram a publicar também os dados de entrada, para que o responsável técnico consiga refazer a conta.
- Cada laudo nasce como dois documentos: o Estudo, com o texto que vai ao órgão, e o Checklist do RT, em arquivo separado, com as pendências e o que é conversa com o responsável técnico. Antes as duas coisas vinham misturadas. Os dois saem em PDF e em Word.
- O Word passou a entender o documento: os títulos são títulos de verdade, o painel de navegação e o sumário automático funcionam, e um capítulo colado no seu modelo assume a formatação do destino. E o mesmo conteúdo parou de aparecer três vezes — a ficha de dados e a síntese foram para um Anexo técnico no fim do Estudo.
- Fonte fora do ar deixou de sair igual a dado inexistente: as duas situações são distinguidas na origem, e no capítulo socioeconômico a linha da rede de saúde, que simplesmente sumia quando o DATASUS não respondia, passou a sair como NÃO CONSULTADO, nomeando a fonte e registrando na página que a ausência ali não significa que o dado não exista.
- A pendência parou de pedir o impossível e de adivinhar o motivo: em nove das páginas não existe campo onde informar o dado (o insumo é o lugar) e o texto mandava informar assim mesmo, e onze pendências escreviam no laudo uma causa que não foi a que aconteceu, com um remédio que não destravava nada.
- O laudo parou de acusar a fonte pelo que era limite do próprio Iansã, e o croqui parou de afirmar que não há via mapeada no recorte quando a consulta às bases sequer chegou a acontecer.
- A busca de população voltou a funcionar — ela vinha vazia no país inteiro, e o botão que preenche a projeção que dimensiona o aterro mandava conferir o código do município com o código certo na tela.
- O Iansã passou a desenhar mapa: mapa hipsométrico, croqui de localização com as vias do entorno e perfil topográfico ao longo de um traçado. O croqui traz barra de escala gráfica e, no rodapé, a base consultada, a escala e o ano que a própria feição declara.
- Traçados passaram a ser aceitos. Importar uma linha e pedir análise respondia que a área não tinha polígono e mandava reimportar o arquivo — o vetor não tinha defeito nenhum, era uma linha. Agora o app a reconhece e o perfil topográfico roda sobre ela.
- A área ganhou o papel que tem no licenciamento: ela pode ser marcada como Área Diretamente Afetada, de Influência Direta ou Indireta, e receber a feição física (APP, Reserva Legal) — e o laudo diz, na capa e na ficha técnica do caderno.
- Várias análises com um clique: o botão Adicionar à fila junta várias ferramentas sobre a mesma área, ou a mesma ferramenta sobre várias áreas, e roda tudo de uma vez, numa pasta só, com um Rodar de novo.
- Pontos com papel: um ponto pode ser marcado como Receptor sensível ou Fonte de emissão, e Ruído e Emissões passam a ler esse cadastro. E na ferramenta de Ruído uma planilha com Casa 01 e casa 01 — o mesmo receptor — deixou de passar calada produzindo dois níveis contraditórios para o mesmo lugar.
- Um arquivo com várias feições entra inteiro e com os nomes certos: antes, vários polígonos viravam uma área só, um arquivo misto perdia em silêncio tudo o que não fosse do primeiro tipo reconhecido, e os nomes podiam sair trocados entre as feições — e o nome da área vira pasta de saída e citação no caderno. Agora o nome viaja junto com a feição que ele nomeia.
- Acabamento dos produtos: as datas dentro do texto do laudo passaram de 2026-07-17 para dd/mm/aaaa; o caderno deixou de chamar a sua área de Geral e de chamar de Esquema o mapa, o croqui e o perfil; a introdução do caderno passou a descrever o que aquele documento realmente traz; e citações de norma deixaram de carregar caminhos internos do projeto.
- Legendas de mapa que cabem na folha, com paleta conferida par a par para daltonismo e hachura a partir da sétima classe; a tela de Ajustes voltou a caber na janela em telas com o Windows a 125%; e a tela mostra o tempo decorrido enquanto a análise corre.
- O mesmo número parou de aparecer com dois valores no mesmo caderno. A evapotranspiração saía diferente no capítulo da Água e no da Classificação, e o resumo na raiz do caderno descrevia uma série diferente da dos capítulos — porque cada parte buscava os dados por conta própria, e a fonte responde 'até hoje'. Agora uma execução tem uma série só, e o caderno lê o que a análise gravou.
- O índice de perigo de incêndio parou de subestimar. Quando a série não traz vento, o cálculo é a Fórmula de Monte Alegre original — e ela tem escala própria. O laudo classificava esse resultado pela escala da versão ampliada, e o grau de perigo saía um degrau abaixo do real. Agora o nome do índice, a nota, a escala e o gráfico dizem todos qual fórmula rodou.
- O Checklist do Responsável Técnico passou a dizer quando não há responsável identificado. Antes ele saía sem o nome e sem nenhum aviso — justamente o documento que existe para a voz do RT.
- Situação de norma conferida na fonte. A NBR 12217:1994 era dada como cancelada em cinco lugares do produto e está VIGENTE (confirmada em 2022); a citação de um parágrafo da Lei do SNUC revogado em 2025 saiu; e a contagem de catálogos consultados foi corrigida — dois deles eram o mesmo serviço.
- Números em português por inteiro. Contagens acima de mil saíam sem o ponto de milhar na ficha enquanto a prosa do mesmo capítulo as escrevia com ele — '3.650 dias' no texto e '3650' na tabela ao lado.
- Traçados também nas consultas de solo. Pedologia, Geologia, Geomorfologia e Hidrogeologia passaram a aceitar alvo do tipo Linha, com a largura da faixa — o motor e o manual já tratavam a faixa; só a tela recusava.
- Menus legíveis. O seletor de área e o seletor de tema nasciam com a cor padrão da biblioteca de interface, em contraste muito abaixo do mínimo de acessibilidade sobre o fundo do app. Agora saem da paleta do Iansã.
- Gráficos que se distinguem. Quando a série é longa, o Iansã reagrupa os pontos para a figura ficar legível — e três figuras do mesmo módulo acabavam com o mesmo título. Agora o título diz o produto e declara a reagregação.
- A política de privacidade passou a descrever exatamente o que o aplicativo faz — inclusive que a análise por Área envia o contorno completo do imóvel, e não só uma coordenada. E a coordenada das análises por Ponto deixou de ser registrada no log de acesso do servidor.
- A base de preços SINAPI entrou na lista de fontes que o Iansã sabe nomear. Quando ela não responde, o Orçamento agora diz qual consulta não se completou — e o aviso da análise conta essa queda junto com as outras, em vez de deixar uma mensagem solta. Continua distinguindo o que é queda do que é resposta: 'não há base publicada para esta UF' segue sendo uma resposta da fonte, não uma indisponibilidade.
Dentro do aplicativo, ⚙ Ajustes → Atualizações avisa quando há versão nova; você baixa e, quando quiser, manda instalar. A lista do que mudou é esta, aqui.
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