Inventário de Emissões
emissoes
Estudos
v2
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O que faz
Inventário de emissões atmosféricas por fonte fixa: emissão = fator de emissão × taxa de atividade (g/s e t/ano); gases de efeito estufa em tCO2e; comparação opcional com limite normativo. Tags opcionais por escopo do GHG Protocol e por categoria do inventário nacional de GEE (IPCC), inclusive a metodologia do inventário de GEE de Mato Grosso do Sul.
Quando usar no licenciamento
Inventário de emissões atmosféricas de fontes fixas de combustão em licenciamento (ex.: termelétricas, caldeiras) e inventários de GEE — inclusive o inventário estadual obrigatório de MS.
Entradas
fatores de emissão e taxas de atividade por fonte/poluente (com fonte); opcionalmente concentração × limite e tags de escopo/categoria.
Método
emissão = fator de emissão (kg/unidade) × taxa de atividade (unidade/h), com conversões documentadas (g/s = kg/h × 1.000 g/kg ÷ 3.600 s/h; t/ano). GEE convertidos em tCO2e pelo GWP do IPCC (AR5, 2014: CO2 = 1, CH4 = 28, N2O = 265). Comparação opcional com limite normativo (ex.: CONAMA nº 382/2006). Tags por escopo do GHG Protocol (1/2/3) e por categoria IPCC (Energia, IPPU, Agropecuária, Resíduos, LULUCF), com a metodologia do Decreto Estadual MS nº 15.798/2021 (alt. pelo nº 16.067/2022; IPCC/ISO 14064, autoridade SEMADESC). Nenhum fator nem limite é embutido — você informa cada um, com fonte.
IPCC AR5 (2014)CONAMA 382/2006Decreto Estadual MS 15.798/2021 e 16.067/2022
Produtos gerados
PDF + memória de cálculo.
O documento principal desta ferramenta sai em par: o PDF para arquivar e o DOCX editável ao lado, com o mesmo conteúdo — é nele que você ajusta a redação e completa o que só o responsável técnico sabe, antes de protocolar. O caderno do grupo segue a mesma regra: Estudos Ambientais.pdf e Estudos Ambientais.docx, lado a lado na pasta da análise.
Capítulo do caderno "Estudos Ambientais.pdf". A memória detalha cada emissão, a conversão para tCO2e e a comparação com o limite, com as citações; é anexada ao caderno (PDF avulso opcional).
Limitações e avisos
A abordagem fator × atividade é a padrão dos TRs de fontes fixas e da literatura (ex.: US EPA AP-42), mas o Iansã não embute nenhum fator de emissão nem limite — a responsabilidade pelo valor e pela fonte é sua.
Vale sempre o princípio geral do Iansã: "sem dado" é resultado válido — nada é preenchido em silêncio; todo produto é triagem técnica e não substitui laudo de especialista nem a manifestação do órgão licenciador quando exigida.