Orçamento (SINAPI)
orcamento
Engenharia
v2
Ver o resumo no índice do manual ↑
O que faz
Planilha orçamentária a partir de itens (código SINAPI, unidade, quantidade), com preços manuais ou importados de uma planilha SINAPI, BDI e citação da base.
Quando usar no licenciamento
Orçamento de obras/serviços exigido em projetos e planos (ex.: PRAD, medidas compensatórias) — e insumo do CAPEX da viabilidade de Energia solar.
Entradas
itens (código SINAPI, unidade, quantidade), preços (manual, planilha SINAPI ou snapshot por UF) e BDI.
Método
Custo direto = soma dos subtotais dos itens com preço (quantidade × preço unitário); total = custo direto × (1 + BDI/100). O preço vem, em ordem de prioridade, do valor manual, da planilha SINAPI carregada ou de um snapshot por UF/mês do servidor Iansã — sempre com a base citada ("SINAPI/Caixa {UF} {mês/ano}"). O SINAPI é dado público oficial (Caixa/IBGE).
SINAPI — Caixa/IBGE
Produtos gerados
PDF + XLSX (também em CSV) + memória de cálculo.
O documento principal desta ferramenta sai em par: o PDF para arquivar e o DOCX editável ao lado, com o mesmo conteúdo — é nele que você ajusta a redação e completa o que só o responsável técnico sabe, antes de protocolar. O caderno do grupo segue a mesma regra: Projetos de Engenharia.pdf e Projetos de Engenharia.docx, lado a lado na pasta da análise.
Capítulo do caderno "Projetos de Engenharia.pdf"; o XLSX (planilha orçamentária) vai para a pasta do módulo; a memória mostra o custo direto e a aplicação do BDI, com a fonte e a data da base de preços; é anexada ao caderno (PDF avulso opcional).
Limitações e avisos
Preços não são inventados: item sem preço fica sinalizado "sem preço" — o laudo não fabrica custo oficial. O custo final é responsabilidade do profissional; a citação registra a fonte e a data.
Vale sempre o princípio geral do Iansã: "sem dado" é resultado válido — nada é preenchido em silêncio; todo produto é triagem técnica e não substitui laudo de especialista nem a manifestação do órgão licenciador quando exigida.