Iansã — Manual do Usuário

Ventos que trazem mudanças

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Croqui de Localização e Acesso croqui Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto v2

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Captura de tela da página da ferramenta Croqui de Localização e Acesso no aplicativo Iansã
A página da ferramenta Croqui de Localização e Acesso no aplicativo (tema claro).

O que faz

A prancha cartográfica de onde o empreendimento fica e por onde se chega: o alvo (ponto ou polígono) sobre o sistema viário do entorno, os limites municipais ao fundo, a rota de acesso traçada pela malha viária, grade de coordenadas, indicação do norte, barra de escala gráfica e legenda. Vem com o relatório que a acompanha, com o roteiro de acesso trecho a trecho.

Quando usar no licenciamento

Praticamente todo Termo de Referência de licenciamento abre pedindo o croqui de localização e as vias de acesso. Use quando precisar da peça pronta para protocolar — a prancha sai também em PDF, que é o formato aceito para assinatura digital no gov.br.

Entradas

o ponto ou a área do empreendimento (da sua biblioteca de Áreas); opcionalmente o item do Termo de Referência que exige o croqui e o ponto de partida do roteiro.

Método

Base cartográfica do IBGE (Bases Contínuas, em cascata da escala mais fina para a mais grosseira) somada à malha viária local do OpenStreetMap e aos limites municipais das Malhas Territoriais do IBGE. A rota de acesso é traçada sobre a malha viária por serviço de roteamento, que devolve a geometria e os passos com via e distância — é deles que sai o roteiro trecho a trecho. O recorte da folha é proporcional ao alvo, nunca um raio fixo.

Sem norma numerada citada: método público (fórmula de engenharia consagrada) ou etapa definida inteiramente pelo responsável técnico — o Iansã organiza e calcula, sem fabricar coeficiente.

Produtos gerados

Prancha em PNG (esquema) e em PDF + relatório completo (PDF + DOCX).

O documento principal desta ferramenta sai em par: o PDF para arquivar e o DOCX editável ao lado, com o mesmo conteúdo — é nele que você ajusta a redação e completa o que só o responsável técnico sabe, antes de protocolar. O caderno do grupo segue a mesma regra: Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.pdf e Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.docx, lado a lado na pasta da análise.

A prancha e o relatório vão para a pasta da ferramenta ("1.4 Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto\Croqui de Localização e Acesso"), e o capítulo entra no caderno "Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.pdf". O relatório traz a capa com empreendimento, requerente, responsável técnico e ART — o que estiver preenchido na Identificação —, a apresentação citando o Termo de Referência, o enquadramento do alvo, o roteiro de acesso e a procedência de cada base.

Limitações e avisos

Duas escalas convivem na folha e não são a mesma coisa: a barra gráfica mede o terreno desta folha; a escala citada no rodapé é a da base cartográfica que respondeu. O croqui localiza e indica o acesso — não é levantamento topográfico, não é memorial descritivo georreferenciado e não delimita imóvel. A malha viária colaborativa é mais fraca justamente na estrada vicinal: quando o traçado automático não alcança o alvo, o relatório declara a distância que ficou faltando, para conferência em campo.

Vale sempre o princípio geral do Iansã: "sem dado" é resultado válido — nada é preenchido em silêncio; todo produto é triagem técnica e não substitui laudo de especialista nem a manifestação do órgão licenciador quando exigida.